"Autobiografia"
O Devanil
é um peixe beta
por isso não
se meta
a cobra-lhe
metas.
se não ele estraga
a sua festa.
Devanil Caires
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
As cores de Carolina Teixeira no Sarau da Biblioteca São Paulo !!!
Carolina Teixeira,
é atração de agosto
no Sarau da Biblioteca São Paulo
com suas cores e tons ,
nao deixe de conferir !
Carolina Teixeira mora atualmente na Zona Norte de São Paulo e também é pintora. Já expôs seus trabalhos na Cooperifa, Sarau Elo da Corrente, Centro Cultural da Juventude, Espaço Clariô, Bar do Mutcho... entre outros lugares de viração. Trabalha como educadora em exposições de arte. Seus escritos podem ser encontrados no blog que mantém: www.destruidorasdelares.blogspot.com.
é atração de agosto
no Sarau da Biblioteca São Paulo
com suas cores e tons ,
nao deixe de conferir !
Carolina Teixeira mora atualmente na Zona Norte de São Paulo e também é pintora. Já expôs seus trabalhos na Cooperifa, Sarau Elo da Corrente, Centro Cultural da Juventude, Espaço Clariô, Bar do Mutcho... entre outros lugares de viração. Trabalha como educadora em exposições de arte. Seus escritos podem ser encontrados no blog que mantém: www.destruidorasdelares.blogspot.com.
POESIAS DA VERDADE
Lança sabado seu segundo livro de poesias
intitulado " Poesias da verdade"
Sabado das 16 as 18:00hs
no Sarau da Biblioteca São Paulo
Entrada franca
Biblioteca São Paulo
Avenida Cruzeiro do sul,2630 - Santana- São Paulo -SP
Estação Carandiru do Metrô
terça-feira, 27 de julho de 2010
Carlos Galdino & GAS - Grupo de Ativação Sonora: ENTREGADORES
Carlos Galdino & GAS - Grupo de Ativação Sonora: ENTREGADORES: "Nanda Maya É entregadora de voz e violão. Com uma pegada de violão sutil e marcante e um timbre de voz suave e bem definido, desponta no ..."
Misantropo
Covil de concreto e de vidro,
arquivo das perdas e danos
causados por mim a mim mesmo.
Covil de concreto em que vivo
dos frutos de erros e enganos.
Caverna de vidro em que habito,
varado de dor e tormento.
Recebo a visita do vento
que vem me fazer companhia.
Relembra as escolhas que fiz,
sementes plantadas há tempo,
brotadas em erva daninha.
Procuro por ecos de mim
na torre de vidro e concreto –
suplentes no mundo moderno
do mítico e puro marfim.
Abraça-me o vento no escuro
enquanto a mim mesmo maldigo.
E os ecos de mim que procuro
(em vão) em milhares de livros
não há, vez que são, eu bem sei,
os filhos que nunca terei.
arquivo das perdas e danos
causados por mim a mim mesmo.
Covil de concreto em que vivo
dos frutos de erros e enganos.
Caverna de vidro em que habito,
varado de dor e tormento.
Recebo a visita do vento
que vem me fazer companhia.
Relembra as escolhas que fiz,
sementes plantadas há tempo,
brotadas em erva daninha.
Procuro por ecos de mim
na torre de vidro e concreto –
suplentes no mundo moderno
do mítico e puro marfim.
Abraça-me o vento no escuro
enquanto a mim mesmo maldigo.
E os ecos de mim que procuro
(em vão) em milhares de livros
não há, vez que são, eu bem sei,
os filhos que nunca terei.
Conclamando o lado poeta
![]() |
Não tenho limites,
muito menos medos.
Subo na mesa pra dizer um poema,
giro nos calcanhares
pra acertar o passo da musica
enquanto deixo
as cintura serpentear.
Aprendi a gargalhar ao invés
de somente sorrir.
Algumas vezes ate faço piada.
Sem necessidade de senso
a vida segue sem cuidados.
Poeta de fato, muito tem a ver
com o palhaço verdadeiro;
que nunca por nada ,nem ninguém
se deixa aprisionar.
Já meu lado escritora ...
bem esse deixemos guardado
pra que continue
em mim a
amadurecer.
Posso a data comemorar,
mas conclamo o lado poeta
pra que venha ,
assumumindo
me domine, me embebede,
me agite,me possua,
me faça perder
definitivamente a noção
e me dominando
em palavras
me faça delirar...
E convido a quem ouse,
que venha,
mas em atitude de Poeta
comigo
o dia do Escritor Celebrar.
Catiaho Alcantara entre sonhos e delírios
domingo, 25 de julho de 2010
Não explanação sobre os motivos
O limite da poesia
é a pauta.
leia nela o que não está escrito.
A fronteira da minha fala
é seu ouvido.
ouça então o que não digo.
A graça da arte é o rebelde,
o proscrito
quero que saiba o que não sigo.
Leia mais na entrevista com Marcelo Novaes.
é a pauta.
leia nela o que não está escrito.
A fronteira da minha fala
é seu ouvido.
ouça então o que não digo.
A graça da arte é o rebelde,
o proscrito
quero que saiba o que não sigo.
Leia mais na entrevista com Marcelo Novaes.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
"Do sexo que há por trás do ofício de escrever poesia"
No princípio era o verbo
mas só o verbo era pouco
e do verbo fêz-se o substantivo
mas ainda assim continuava sendo pouco.
Então o substantivo comeu o verbo
o verbo comeu o substantivo
e desse troca-troca
deu-se vida ao adjetivo
mas ainda assim era pouco.
Então adjetivo ,verbo e substantivo
um comendo ao outro
num menage a troi louco
deram origem de uma só vez
à metáfora e a aliteração
e todos se relacionaram até virar poesia.
Devanil Caires
visite o blog:www.historiaspequenasdeamor.blogspot.com.br
No princípio era o verbo
mas só o verbo era pouco
e do verbo fêz-se o substantivo
mas ainda assim continuava sendo pouco.
Então o substantivo comeu o verbo
o verbo comeu o substantivo
e desse troca-troca
deu-se vida ao adjetivo
mas ainda assim era pouco.
Então adjetivo ,verbo e substantivo
um comendo ao outro
num menage a troi louco
deram origem de uma só vez
à metáfora e a aliteração
e todos se relacionaram até virar poesia.
Devanil Caires
visite o blog:www.historiaspequenasdeamor.blogspot.com.br
terça-feira, 20 de julho de 2010
Pretérito mais que Perfeito
A memória? Ora, a memória!
É minha e dela faço o que quero.
E se recordo o que bem me apraz,
Zás-trás apago e reduzo a zero
Tudo aquilo a que não me apego:
Sou o autor de minha história,
Editor de tudo o que lembro.
O que incomoda, jogo fora
E o que falta, trago pra dentro,
De tal maneira e sorte que, agora,
Se me der um déjà-vu, um flashback,
Não restarão quaisquer momentos
Em que eu erre, ou falhe, ou peque.
Só lembrar do que é bom, por que não?
E se eu por acaso, algum dia,
Ceder à tentação da autobiografia,
Sairá com certeza uma obra de ficção.
É minha e dela faço o que quero.
E se recordo o que bem me apraz,
Zás-trás apago e reduzo a zero
Tudo aquilo a que não me apego:
Sou o autor de minha história,
Editor de tudo o que lembro.
O que incomoda, jogo fora
E o que falta, trago pra dentro,
De tal maneira e sorte que, agora,
Se me der um déjà-vu, um flashback,
Não restarão quaisquer momentos
Em que eu erre, ou falhe, ou peque.
Só lembrar do que é bom, por que não?
E se eu por acaso, algum dia,
Ceder à tentação da autobiografia,
Sairá com certeza uma obra de ficção.
Oficina vivencia
Divulgamos uma oficina-vivência chamada CAPACITAR (veja no cartaz mais informações), que vai acontecer na Sede da Sociedade Fala Negão/Fala Mulher, no dia 29 e 30 de JULHO (quinta e sexta), na Zona Leste de São Paulo. É uma CAPACITAÇÃO muito gostosa, que trabalha com o corpo, a mente, expressões corporais, danças circulares, técnicas de bem-estar entre outras modalidades para incluir nas práticas pedagógicas e também para serem usadas no dia a dia, com o intuito de criar uma cultura de paz. Divulguem principalmente para as organizações e pessoas em gerais, que estão na Região da Zona Leste. As inscrições são GRATUITAS e vão até o dia 23 de Junho de 2010 e podem ser feitas via e-mail: falanegao@itelefonica.com.br
Aproveitem!
Pequenos Rostos entre Sonhos e Delírios
"Vamos começar colocando um ponto final"
Me sinto um pouco assim nessa primeira postagem aqui no "Silêncios".Um ciclo de minha vida se fechou e hoje outro já esta em pleno andamento. O universo conspira a favor dessa poeta para que seja um ciclo fértil, tanto que estivemos eu esse poema no Sarau da Biblioteca no sábado pela voz do Carlos.
Que sejam tempos felizes!
Por isso escolhi Simbolicamente para primeiro post aqui exatamente o poema Pequenos Rostos.
É um texto que amo ter escrito e que esta no meu livro Reflexo d'Alma.
São tantos pequenos rostos
São tantos pequenos traços
São tantos infindos poros
São rostos alegres ou tristes
São traços de amor ou ódio
São poros que exalam os odores da vida
São rostos
São traços
São poros
Visíveis
Presumíveis.
Mas os corações são mistérios enterrados
E as almas prisioneiras invisíveis.
Ah!
Se...
Se... se pudesse trazer à tona
Os corações e as almas...
E torná-las visíveis
Presumíveis
Então o mundo seria diferente
Feliz.
Com rostos e traços
Trazendo pelos poros
O restante do bendito
Hálito da vida.
Então... Seriam...
Muitos rostos felizes!
Muitas almas cristalinas
Muitos traços realçados
Trans... pi... ran... do
Res... pi... ran... do
VIDA!
Catiaho Alcantara
Texto do livro Reflexo d' Alma lançado em janeiro de 2010
São tantos pequenos traços
São tantos infindos poros
São rostos alegres ou tristes
São traços de amor ou ódio
São poros que exalam os odores da vida
São rostos
São traços
São poros
Visíveis
Presumíveis.
Mas os corações são mistérios enterrados
E as almas prisioneiras invisíveis.
Ah!
Se...
Se... se pudesse trazer à tona
Os corações e as almas...
E torná-las visíveis
Presumíveis
Então o mundo seria diferente
Feliz.
Com rostos e traços
Trazendo pelos poros
O restante do bendito
Hálito da vida.
Então... Seriam...
Muitos rostos felizes!
Muitas almas cristalinas
Muitos traços realçados
Trans... pi... ran... do
Res... pi... ran... do
VIDA!
Catiaho Alcantara
Texto do livro Reflexo d' Alma lançado em janeiro de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Nelson, o Serial Killer
Estava sentado à mesa da praça de alimentação no shopping, observando, em busca de sua próxima vitima, quando viu uma mulher lindíssima que acabara de chegar. Corpo violão dentro do tailleur risca de giz, jeito de quem saíra há pouco do trabalho. A saia deixava entrever coxas estupendas. Parecia nova, mas pela idade das meninas que a acompanhavam e que a chamavam de mãe, devia beirar os 40. Marido ao lado, duas filhas e uma velhinha, provavelmente a avó das crianças: cena familiar, mulher honesta. Perfeita.
Gostava mesmo era das insatisfeitas no casamento. Imaginava um marido distante, cotidiano, falsas dores de cabeça à noite. Observava-as por alguns dias. Encontrando-as sozinhas, começava o jogo da conquista.
Nelson era um homem belo, atlético, começando a ficar grisalho. Usava ternos Armani, gravatas destoando-combinando, sapatos italianos, perfume caro. Dirigia um Porsche Carrera conversível. Fácil, na maioria das vezes, se fazer amado. Sim, Nelson sentia-se amado.
Algumas davam trabalho: desconfiadas, castas, pudicas, medrosas. Mas ao final, sempre se rendiam. Se poesia e aventura era o que queriam, ele as fornecia em grande quantidade. Planejava tardes de amor, pic-nics, fugas, “esse Canalha não te dá valor, te levo pra ver o mundo“
E o dia chegava. Pedia para fazerem algo diferente: ”Quero te amar na tua casa”, dizia, e elas aceitavam entusiasmadas. Quando os maridos saíam, tocava o interfone e entrava.
Bom amante, mestre em preliminares, todo dedos e língua, deixava-as molhadas, manipuláveis, cooperantes. Prometia amor eterno, e não era mentira. Então pedia para algemá-las na cama, fazia amor como em noite de núpcias, devagar, degustando cada momento, olhos dentro dos olhos da amada, bocas coladas. Quando estava gozando, ele as matava estranguladas.
Aperfeiçoara a técnica após ter lido o conto de Rubem Fonseca onde o protagonista asfixiava sua vítima durante o coito e a falta de oxigênio da morte fazia sua vagina contrair-se fortemente. Para isso esperava o momento certo. Era a parte que mais gostava: seu pau parecia ser esmagado, cortado.
Sentia-se um herói anônimo, dando um último prazer àquelas mulheres infelizes. Tinham conhecido o grande amor e podiam morrer satisfeitas. Aquela ali não seria diferente. Parecia muito neurótica, comandando a operação lanche fast food, colocando refrigerantes, batatas fritas e hambúrgueres na frente das meninas. E o marido observava. Essa mulher magnífica precisava de um homem como ele, Nelson. “Você é uma benção na minha vida”, já podia ouvi-la dizer. Era realmente muito bela. Seria um tesão matá-la durante o orgasmo.
Foi então que viu; o marido, aparentemente passivo, colocou a mão por baixo da mesa e segurou o pé da mulher, escorregou seus dedos para dentro do sapato alto, apertou de novo e levando a mão ás narinas, cheirou os próprios dedos. Lançando um olhar lúbrico para sua esposa, o homem apertou novamente seu pezinho e ela retribuiu o olhar cúmplice.
“Vagabunda, suja”, pensou, e foi embora procurar outra. Aquela não servia para ele.
Gostava mesmo era das insatisfeitas no casamento. Imaginava um marido distante, cotidiano, falsas dores de cabeça à noite. Observava-as por alguns dias. Encontrando-as sozinhas, começava o jogo da conquista.
Nelson era um homem belo, atlético, começando a ficar grisalho. Usava ternos Armani, gravatas destoando-combinando, sapatos italianos, perfume caro. Dirigia um Porsche Carrera conversível. Fácil, na maioria das vezes, se fazer amado. Sim, Nelson sentia-se amado.
Algumas davam trabalho: desconfiadas, castas, pudicas, medrosas. Mas ao final, sempre se rendiam. Se poesia e aventura era o que queriam, ele as fornecia em grande quantidade. Planejava tardes de amor, pic-nics, fugas, “esse Canalha não te dá valor, te levo pra ver o mundo“
E o dia chegava. Pedia para fazerem algo diferente: ”Quero te amar na tua casa”, dizia, e elas aceitavam entusiasmadas. Quando os maridos saíam, tocava o interfone e entrava.
Bom amante, mestre em preliminares, todo dedos e língua, deixava-as molhadas, manipuláveis, cooperantes. Prometia amor eterno, e não era mentira. Então pedia para algemá-las na cama, fazia amor como em noite de núpcias, devagar, degustando cada momento, olhos dentro dos olhos da amada, bocas coladas. Quando estava gozando, ele as matava estranguladas.
Aperfeiçoara a técnica após ter lido o conto de Rubem Fonseca onde o protagonista asfixiava sua vítima durante o coito e a falta de oxigênio da morte fazia sua vagina contrair-se fortemente. Para isso esperava o momento certo. Era a parte que mais gostava: seu pau parecia ser esmagado, cortado.
Sentia-se um herói anônimo, dando um último prazer àquelas mulheres infelizes. Tinham conhecido o grande amor e podiam morrer satisfeitas. Aquela ali não seria diferente. Parecia muito neurótica, comandando a operação lanche fast food, colocando refrigerantes, batatas fritas e hambúrgueres na frente das meninas. E o marido observava. Essa mulher magnífica precisava de um homem como ele, Nelson. “Você é uma benção na minha vida”, já podia ouvi-la dizer. Era realmente muito bela. Seria um tesão matá-la durante o orgasmo.
Foi então que viu; o marido, aparentemente passivo, colocou a mão por baixo da mesa e segurou o pé da mulher, escorregou seus dedos para dentro do sapato alto, apertou de novo e levando a mão ás narinas, cheirou os próprios dedos. Lançando um olhar lúbrico para sua esposa, o homem apertou novamente seu pezinho e ela retribuiu o olhar cúmplice.
“Vagabunda, suja”, pensou, e foi embora procurar outra. Aquela não servia para ele.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O poeta pernambucano Valmir Jordão
lança seu livro
dia 17 de agosto no sarau da biblioteca são Paulo das 16 as 18 hs
não perca !
biblioteca de são paulo
estação carandiru do metrô – parque da juventude
poiesis – organização social de cultura
projeto mapa da poesia
biblioteca de são paulo. parque da juventude - avenida cruzeira do sul, 2630 – santana - são paulo - sp.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
domingo, 11 de julho de 2010
Dois nanocontos
24 de agosto de 1954.
Aviso na porta do Palácio do Catete:
"Não há Vargas"
Estupro seguido de assassinato.
A mãe lhe diz sempre:
- Come e cala!
Aviso na porta do Palácio do Catete:
"Não há Vargas"
Estupro seguido de assassinato.
A mãe lhe diz sempre:
- Come e cala!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A leitura
A leitura
É BEM VINDA
NO SARAU DA BIBLIOTECA SÃO PAULO,
A PRISÃO DEU LUGAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
VENHA DAR SEU RECADO
SABADOS DAS 16 AS 18 HS
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
É BEM VINDA
NO SARAU DA BIBLIOTECA SÃO PAULO,
A PRISÃO DEU LUGAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
VENHA DAR SEU RECADO
SABADOS DAS 16 AS 18 HS
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
O amor
O Amor
É BEM VINDO
NO SARAU DA BIBLIOTECA SÃO PAULO,
A PRISÃO DEU LUGAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
VENHA DAR SEU RECADO
SABADOS DAS 16 AS 18 HS
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
É BEM VINDO
NO SARAU DA BIBLIOTECA SÃO PAULO,
A PRISÃO DEU LUGAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
VENHA DAR SEU RECADO
SABADOS DAS 16 AS 18 HS
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
Balaio
Olá!
o Balaio apresentará neste sábado (10/07), as 12h, o espetáculo Numa Roda, compondo a programação do espaço CICAS, em apoio ao movimento Fica CICAS!
Depois do espetáculo, seguindo a programação, haverá almoço comunitário, exibição de vídeos, aula de dança do ventre e capoeira.
Numa Roda é um espetáculo de teatro e circo que se inicia com um encontro entre dois palhaços recém demitidos de um circo e uma contadora de histórias que não agrada a nenhum público. Desse encontro inusitado nasce a possibilidade de algo novo para a vida destes personagens, que têm de enfrentar as diferenças entre si para concluir a encenação de uma história.
Mais informações sobre a programação e sobre os acontecimentos que despertaram tal mobilização em torno do coletivo CICAS podem ser encontradas em
www.projetocicas.blogspot.com
e
www.circodobalaio.wordpress.com
Numa Roda
Grupo doBalaio
dia 10/07 as 12h
CICAS - Av. do Poeta, 740 - Jd Julieta - ZN
Até lá!
Leandro Hoehne
doBalaio
7625-4885
MSN: leandrohoehne@hotmail.com
www.circodobalaio.wordpress.com
o Balaio apresentará neste sábado (10/07), as 12h, o espetáculo Numa Roda, compondo a programação do espaço CICAS, em apoio ao movimento Fica CICAS!
Depois do espetáculo, seguindo a programação, haverá almoço comunitário, exibição de vídeos, aula de dança do ventre e capoeira.
Numa Roda é um espetáculo de teatro e circo que se inicia com um encontro entre dois palhaços recém demitidos de um circo e uma contadora de histórias que não agrada a nenhum público. Desse encontro inusitado nasce a possibilidade de algo novo para a vida destes personagens, que têm de enfrentar as diferenças entre si para concluir a encenação de uma história.
Mais informações sobre a programação e sobre os acontecimentos que despertaram tal mobilização em torno do coletivo CICAS podem ser encontradas em
www.projetocicas.blogspot.com
e
www.circodobalaio.wordpress.com
Numa Roda
Grupo doBalaio
dia 10/07 as 12h
CICAS - Av. do Poeta, 740 - Jd Julieta - ZN
Até lá!
Leandro Hoehne
doBalaio
7625-4885
MSN: leandrohoehne@hotmail.com
www.circodobalaio.wordpress.com
Sarau da Biblioteca São Paulo -com Carlos Galdino
O poeta pernambucano Carlos Galdino, apresenta o sarau da biblioteca são Paulo aos sábados das 16 as 18 hs intitulado de “sarau da liberdade de expressão” o sarau acontece no local onde por muitos anos funcionou o presídio Carandiru, que foi demolido parcialmente em, 2002 dando lugar a biblioteca são Paulo e ao Parque da Juventude, tem com proposta abrir o espaço publico para que as pessoas se manifestem através das mais variadas formas oferecidas pela arte, poesia, musica, teatro dança pintura e desenho.
Para participar é só se inscrever no local.
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeira do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
Para participar é só se inscrever no local.
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeira do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
www.bibliotecadesaopaulo.org.br
quinta-feira, 8 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Profundo
Andar no raso
e sentir as ondas
lambendo as pernas
é muito light.
É melhor saber tesouros,
rabos-de-arraias,
desfiladeiros,
e fendas abismais.
Vou além do medo
dos tubarões,
nado até o perigo
de não voltar mais.
- se for devorada
ao menos não vou
com sensação
de beira d’água -
sábado, 3 de julho de 2010
Casa dos Cordéis
Meus amigos(as),
Em prol de nossa luta pelo Projeto "Casa dos cordeis", estaremos realizando neste domingo (04 de julho) a partir de 12:00h, nosso Almoço mensal.
Dona Marli vai fazer "Vaca atolada".
O convite custa 10,00. Haverá apresentações de dança com os Grupos do IPC - Instituto Pro-cultura.
Estaremos felizes com vossa presença!
--
Bosco Maciel
011 9780.0958
www.boscomaciel.com.br
Em prol de nossa luta pelo Projeto "Casa dos cordeis", estaremos realizando neste domingo (04 de julho) a partir de 12:00h, nosso Almoço mensal.
Dona Marli vai fazer "Vaca atolada".
O convite custa 10,00. Haverá apresentações de dança com os Grupos do IPC - Instituto Pro-cultura.
Estaremos felizes com vossa presença!
--
Bosco Maciel
011 9780.0958
www.boscomaciel.com.br
Femina Arte Sarau
O Encontro de Utopias convida a todos para mais um Femina Arte , segunda, 05 de julho, às 21hs, no Vila Butantã. Av Vital Brasil, 911 - Butantã. Próximo à Faculdade São Judas. Traga sua voz, seu instrumento, seu figurino, seus objetos cênicos, lenços e performances, máscaras ou pincéis, traga sua arte, sua interpretação, sua leitura, sua interferência! O Femina Arte é um sarau que contempla o olhar astuto daqueles que ousam a pensar mais além , das pessoas capazes de perceber que o feminino real é outra história (mais livre e mais fecundo que as revistas femininas e as telenovelas costumam demonstrar) . Solte o gesto, a voz, ressoe!
"Quando deixamos nossa luz própria brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. " Nelson Mandela.
Encontro de Utopias - 97172176
Se não quiser mais receber nossas mensagens responda esta colocando "remover" na linha de assunto.
"Quando deixamos nossa luz própria brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. " Nelson Mandela.
Encontro de Utopias - 97172176
Se não quiser mais receber nossas mensagens responda esta colocando "remover" na linha de assunto.
PROCURA-SE
novxs leitorxs ke querem ter orgasmos literários! (x= a ou o)
Para conseguir seu objetivo ke estava no inconsciente: “Roubar o cálice onde Jesus Cristo celebrou a última ceia”
Pietro, filho de imigrante italiano. Morador do Bixiga. Bairro da cidade de São Paulo. Brasilo. Adolescente. Estudante. Ladrão. Apreciador de cálice de fumaça. Num dia qualquer. Tarde. 16h35min. Sala de aula. Entra um terráqueo impar. 65 anos. Baixo. De olhos vermelhos. Sapatos lustrados. Barba branca. Óculos. Calça de linho por debaixo da batina. Padre. Pietro se torna Padre. LEIA-ME.
“.O VATICANO”. Mais novo “filme” de Nanû da Silva, rabiscador. Putoeta. Amante dos cheiros. Apreciador de chá e observador.
APRECIE com moderação.
COMPRE-ME e ajude-me
O VATICANO – nanû da silva
Acesse:
http://ovaticano24x7.blogspot.com/
clique no link Biblioteca24x7
pesquise: O Vaticano
palavra chave: titulo
aperte GO
aparecera a capa do livro clik na capa
compre o livro
novxs leitorxs ke querem ter orgasmos literários! (x= a ou o)
Para conseguir seu objetivo ke estava no inconsciente: “Roubar o cálice onde Jesus Cristo celebrou a última ceia”
Pietro, filho de imigrante italiano. Morador do Bixiga. Bairro da cidade de São Paulo. Brasilo. Adolescente. Estudante. Ladrão. Apreciador de cálice de fumaça. Num dia qualquer. Tarde. 16h35min. Sala de aula. Entra um terráqueo impar. 65 anos. Baixo. De olhos vermelhos. Sapatos lustrados. Barba branca. Óculos. Calça de linho por debaixo da batina. Padre. Pietro se torna Padre. LEIA-ME.
“.O VATICANO”. Mais novo “filme” de Nanû da Silva, rabiscador. Putoeta. Amante dos cheiros. Apreciador de chá e observador.
APRECIE com moderação.
COMPRE-ME e ajude-me
O VATICANO – nanû da silva
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aperte GO
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compre o livro
NA RUA HIP HOP EM FESTA.
NA RUA HIP HOP EM FESTA.
Fortalecendo as atividades que estão acontecendo no CICAS, nós do Projeto Espremedor, em parceria com outros coletivos tais como Sinfonia de Cães,Coletivo Cultura Poesia na Brasa, Comunidade Cultural Quilombaque, MH2R, Grafite com Pipoca, Hip Hop Nação, Phone Raps, estamos organizando mais uma edição do Hip Hop na Rua, que acontecerá em frente ao CICAS nesse domingo dia 04 de julho. Entre as atividades do evento estão confirmadas intervenções de graffiti (Graffiti com Pipoca), Rap (Cartel Central, Radiographia e Dafina), DJs (Phone Raps), break (Esquadrão dos Anjos, M2D e DeDPrós), basquete de rua (Festival MH2R) e cinema (exibição do filme "Várzea, a Bola Rolada na Beira do Coração", de Akins Kinte). Contamos com a presença de todos e todas que apóiam a permanência do CICAS.
CICAS - Avenida do Poeta, 740 - Jd. Julieta.
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Fortalecendo as atividades que estão acontecendo no CICAS, nós do Projeto Espremedor, em parceria com outros coletivos tais como Sinfonia de Cães,Coletivo Cultura Poesia na Brasa, Comunidade Cultural Quilombaque, MH2R, Grafite com Pipoca, Hip Hop Nação, Phone Raps, estamos organizando mais uma edição do Hip Hop na Rua, que acontecerá em frente ao CICAS nesse domingo dia 04 de julho. Entre as atividades do evento estão confirmadas intervenções de graffiti (Graffiti com Pipoca), Rap (Cartel Central, Radiographia e Dafina), DJs (Phone Raps), break (Esquadrão dos Anjos, M2D e DeDPrós), basquete de rua (Festival MH2R) e cinema (exibição do filme "Várzea, a Bola Rolada na Beira do Coração", de Akins Kinte). Contamos com a presença de todos e todas que apóiam a permanência do CICAS.
CICAS - Avenida do Poeta, 740 - Jd. Julieta.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
É BEM VINDO
NO SARAU DA BIBLIOTECA SÃO PAULO,
A PRISÃO DEU LUGAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO
VENHA DAR SEU RECADO
SABADOS DAS 16 AS 18 HS
Biblioteca de São Paulo
Estação Carandiru do Metrô – Parque da Juventude
Poiesis – Organização Social de Cultura
Projeto Mapa da Poesia
Biblioteca de São Paulo. Parque da Juventude - Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana - São Paulo - SP.
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