"A sala da minha janela"
A janela da minha sala
janela que não se cala e me fala:
- mude de vida,
pague suas dívidas,
deixe de dúvidas.
a janela da minha sala
por onde eu assisto a novela
da minha vida enfadada.
a janela da minha sala
que vive aberta
por onde eu me vejo preso
do que eu me mantenho ileso?
para que eu me mantenho alerta?
imagens de dois atrás
planos de quatro anos atrás
imagens e planos que não me deixam em paz!
sala.sala que não me fala,
sala pálida
eu, um cara -pálida de conduta ilibada.
a sala da minha janela
de onde eu divago e viajo:
eu vejo um cupido armado com seu arco
ele tenta, mas não me flecha
eu por dentro me fecho
eu me procuro e não te acho.
Devanil caires
visitem o blog:www.historiaspequenasdeamor.blogspot.com
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Envolta em Poesia
Envolta em poesia minh'alma celebra
Desconsidera a regra
a rima e qualquer disciplina
Somente nua dança e se alegra
Diante da magia da Palavra
Envolta em poesia meu coração
bate
dentro e fora do compasso
mas com ritmo totalmente
acelerado
Criam tantas regras
que tais quase sufocam a emoção
de quem apenas
escreve só
pra alegrar o coração
Nascer poeta e
é nascer livre
sem amarras que prendam
ou
amordacem a pura
criação
Minha'Alma em poesia imersa
não obedeçe a gramática
ou sequer pontuação
Quer somente
dar asas a imaginação
Catiaho Reflexo d'alma entre delírios e delírios
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Boca...olhos e mãos.
Boca...olhos e mãos.
Conjunto perfeito
pro certo efeito
do gosto satisfeito.
A boca busca.
O olhar ofusca.
As mãos na rebusca.
Querendo; da boca o puro sabor.
Do olhar; o torpor.
Das mãos; o expor.
Boca...olhos e mãos; conjunto perfeito pro efeito.
Da boca, desejo sem controle só tesão
Dos olhos, emoção paz sem razão....
caminho pro sentir do pulsar pelo simples toque da mão.
Reflexo d'Alma entre sonhos e delírios
sábado 06 110100916
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
MORRER PODE SER TÃO LEVE...
Uns versos que surgiram no dia de Finados, no facebook:
'Da janela da Ana,
todos fazem silencio...
e não importa nada mais
a lição de partir é constante diante dos olhos.' Carlos Galdino (referindo-se à 'vista para o cemitério' da sacada do meu apartamento).
"Hoje o silencio está florido. A morte também é colorida, e pode ser mesmo, alegre". AnaCris (minha resposta, diante da visão do cemitério florido, como sempre ocorre em dia de finados)
"Morrer pode ser tão leve...as folhas caem e de onde vem o medo?" Carlos Galdino, frase da letra da canção "Tão leve" do grupo GAS, de sua autoria.
"O silencio não é a morte, é um tempo infinito, florido e leve." (contribuição de Paula Martins, para o momento poético fúnebre). rs
...e concluindo:
"Morrer é inevitável... no fim, é como a palavra que se escreve: morre no papel e assim, passa à eternidade." AnaCris
PS: todo mundo acha tétrico minha vista para o cemitério. Eu adoro! Se não fica florido pelas flores trazidas pelos saudosos que ficam, é pelas quaresmeiras de vários matizes na maior parte do ano. Muito arborizado, enche a região de passarinhos que acordam a vizinhança cantando. Ah! a vizinhança... são os melhores vizinhos. Além de não perturbarem nunca, me fazem lembrar, a todo instante, que estou viva!
Deixo o vídeo com a canção do Galdino e Zé Campelo, com o grupo GAS (a voz é de Nanda Maya, uma das vocalistas do grupo).
'Da janela da Ana,
todos fazem silencio...
e não importa nada mais
a lição de partir é constante diante dos olhos.' Carlos Galdino (referindo-se à 'vista para o cemitério' da sacada do meu apartamento).
"Hoje o silencio está florido. A morte também é colorida, e pode ser mesmo, alegre". AnaCris (minha resposta, diante da visão do cemitério florido, como sempre ocorre em dia de finados)
"Morrer pode ser tão leve...as folhas caem e de onde vem o medo?" Carlos Galdino, frase da letra da canção "Tão leve" do grupo GAS, de sua autoria.
"O silencio não é a morte, é um tempo infinito, florido e leve." (contribuição de Paula Martins, para o momento poético fúnebre). rs
...e concluindo:
"Morrer é inevitável... no fim, é como a palavra que se escreve: morre no papel e assim, passa à eternidade." AnaCris
PS: todo mundo acha tétrico minha vista para o cemitério. Eu adoro! Se não fica florido pelas flores trazidas pelos saudosos que ficam, é pelas quaresmeiras de vários matizes na maior parte do ano. Muito arborizado, enche a região de passarinhos que acordam a vizinhança cantando. Ah! a vizinhança... são os melhores vizinhos. Além de não perturbarem nunca, me fazem lembrar, a todo instante, que estou viva!
Deixo o vídeo com a canção do Galdino e Zé Campelo, com o grupo GAS (a voz é de Nanda Maya, uma das vocalistas do grupo).
terça-feira, 2 de novembro de 2010
De ponTa CAbeçA
Olhar o mundo de ponta cabeça é interessante.
Um pouco como virar a ampulheta antes do ultimo grão cair,
ou
então chegar bem perto do precipício
e sentir a vertigem
dá vontade de soltar o corpo no ar
e cair...
cair
e caiirrrrrrr...
primeiro
dá um frio na barriga
um aperto no peito
um 'que'
de vontade de vomitar.
mas é só
depois nada mais importa....
porque o depois
é depois
e só se sabe como é
depois.
Demoro a chegar á beira do vazio
mas quando vejo
e
sinto o mundo de ponta cabeça,
quando o certo vira errado.
amor vira ódio
esperança desesperança
e a crença nos seres
feneceu
é hora de saltar
sem medo,
porque esse é o ápice
hora certa
da ampulheta virar
para não ter tempo de ver o ultimo
grão cair.
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achados & perdidos
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Ela A fruta doce E inesperada No caminho A surpresa A presa O encanto E paixão Ela céu E chão Samba E préd...

