sexta-feira, 5 de novembro de 2010

MORRER PODE SER TÃO LEVE...

Uns versos que surgiram no dia de Finados, no facebook:

'Da janela da Ana,
todos fazem silencio...
e não importa nada mais
a lição de partir é constante diante dos olhos.' Carlos Galdino (referindo-se à 'vista para o cemitério' da sacada do meu apartamento).

"Hoje o silencio está florido. A morte também é colorida, e pode ser mesmo, alegre". AnaCris (minha resposta, diante da visão do cemitério florido, como sempre ocorre em dia de finados)

"Morrer pode ser tão leve...as folhas caem e de onde vem o medo?" Carlos Galdino, frase da letra da canção "Tão leve" do grupo GAS, de sua autoria.

"O silencio não é a morte, é um tempo infinito, florido e leve." (contribuição de Paula Martins, para o momento poético fúnebre). rs

...e concluindo:
"Morrer é inevitável... no fim, é como a palavra que se escreve: morre no papel e assim, passa à eternidade." AnaCris

PS: todo mundo acha tétrico minha vista para o cemitério. Eu adoro! Se não fica florido pelas flores trazidas pelos saudosos que ficam, é pelas quaresmeiras de vários matizes na maior parte do ano. Muito arborizado, enche a região de passarinhos que acordam a vizinhança cantando. Ah! a vizinhança... são os melhores vizinhos. Além de não perturbarem nunca, me fazem lembrar, a todo instante, que estou viva!

Deixo o vídeo com a canção do Galdino e Zé Campelo, com o grupo GAS (a voz é de Nanda Maya, uma das vocalistas do grupo).


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