sexta-feira, 28 de maio de 2010

Encontro de Utopias


Olá pessoas do bem!


Convidamos a todos para o XII Encontro de Utopias, um sarau aberto para interferências diversas, música, poesia, dança, performances, traga a sua arte do coração! Esse é um espaço aberto para todos os que acreditam na arte como forma de transformação social. Nessa edição lançamento do livro Hai Kaindo na Real, o 13º do poeta recifense Valmir Jordão e exibição do curta Ninguém me ama , ninguém me quer , ninguém me chama de Baudelaire, sobre a cena poética de Recife, abordando a obra de Valmir Jordão, Miró, Lara e outros tantos grandes poetas contemporâneos. Tragam seus adereços, seus instrumentos, seus figurinos e ademanes. Domingo, 30 de maio, às 20 hs no Pandora, Pça Roosevelt, 252 - Consolação.

Sobre o poeta Valmir Jordão :

Organizou:

Coletânea Poética Marginal Recife –1,2,3,4 e 5 – com Cida Pedrosa,Lara e Miró - FCCR-2002/2007

Antologia do Pajeú – com Meca Moreno,Odmar Valmir Silva Jordão – Poeta recifense nascido em 1961,participou do Movimento dos Escritores Independentes-MEI-80,Balaio de Gato(jornal),Antropófagos,Poesia na

Praça, Eu, Poeta Errante, O Chá das Cinco e vários recitais itinerantes pelo país. È filiado a União Brasileira de Escritores- UBE-PE.

Publicou:

Sobre Vivências –Ed. Pirata- 1982

A Sinfonia dos Dois Mundos – ITER-FAFIRE –1984

Anartistas in Nuliverso – Festinverno UNICAP-1988

Antípoda – DCE/UFPE – 1990

Curta Poema – Conel –DCE/UFPE –1991

Conselho Tutelar,Um Instrumento de Cidadania – COMDCA-1995

Dez in Canto Geral – jornal- 1995

Peixes in Aquário – Hotel Atlante Plaza-1996

Poe Mas –1ª edição –Espaço Pasárgada-1999

Poe Mas –2ª edição- SINDSEP/PE –2002

Sempre Una pelo Rio Una – Fase/Oxfam –2004

HAIKAIS POEMÍNIMOS SENRYUS – ( textos da oficina)

Org. Alice Ruiz – FCCR – VI Bienal do Livro PE -2007

Braga e Urariano Mota

FUNDARPE – 2007

30 anos de poesia e performance LITERATURA // Valmir Jordão apresenta ao público Hai kaindo na real & outros poemas

Tatiana Meira // Diario

tatianameira.pe@diariosassociados.com.br

Escritor propõe uma retrospectiva de suas criações para atingir jovens leitores. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Poeta performático dos bons, Valmir Jordão sempre foi mais inclinado ao trabalho no coletivo, junto a outros artistas, que a promover sua própria carreira.


Escritor propõe uma retrospectiva de suas criações para atingir jovens leitores. Foto: Ricardo Fernandes/DP/D.A Press

Ainda assim, depois de trinta anos de dedicação ao universo literário, ele chega nesta quarta-feira ao lançamento "oficial" de seu 13º livro, Hai kaindo na real & outros poemas. O evento começa às 19h, na Livraria Cultura (Paço Alfândega), com a sessão de autógrafos antecedida por um breve recital e a exibição dos documentários Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de Baudelaire, de Pedro Saldanha e Diego Mello, e Onde estará a norma?, de Bárbara Cristina, Jacqueline Granja e Patrícia Gomes. "Nos vídeos, o que se vê é um resumo do movimento poético do Recife dos anos 80 pra cá. Penso tanto no coletivo que se eu não fosse poeta, seria motorista", diz Valmir Jordão, brincando com as palavras como ele adora fazer.

Hai kaindo na real vem à tona uma década depois da última investida solo do escritor, Poe mas. Neste intervalo, o irrequieto Valmir não ficou parado. Participou ativamente nos palcos e nos bastidores da poesia u rbana de Pernambuco, tendo editado entre 2002 e 2006, ao lado de Cida Pedrosa, Lara e Miró, a coletânea Marginal Recife, que reúne criações de 50 poetas alternativos da capital e cidades próximos, incluindo o próprio Valmir, que também é diretor de articulação nacional da União Brasileira dos Escritores (UBE).

O livro, com prefácios do escritor Antônio Campos e do saudoso poeta olindense França, contém 86 páginas que guardam 48 poemas. Os haikais, textos mais curtos, foram escritos do ano passado até agora. Entre os exemplos, um poema sem título: "O rio corre/ As árvores curvam-se/ O outono passa".

O restante é um apanhado das obras de Valmir Jordão, que traz como a mais famosa de suas pérolas, o poema Justiça total ("Coca para os ricos. / Cola para os pobres. / Coca-Cola é isso aí!"). "Fazia música e era boêmio, coisa que ainda sou. Comecei a escrever na época em queconheci Alberto da Cunha Melo, quando ele lançou Notici� �rio", recorda o escritor, que dedica este novo rebento literário a Alberto e a Erickson, falecidos há dois anos.

As ilustrações foram criadas por Jorge Lopes, Camilo Maia, Diogo Todé, Henrique Koblitz, Flavão e Joana Velozo, com edição de Du Nascimento. A publicação foi produzida com apoio do Sinttel (Sindicato dos Trabalhadores em Telefonia de Pernambuco). O livro estará à venda na Livraria Cultura, Oficina da Música e Banca Globo (Av. Guararapes, centro do Recife).
valmirjordao@hotmail.com
Acesse também:

1) Na Revista Continente, número 88, de abril de 2008, na página 38 (haja 8). O artigo "Valmir Jordão, luz e sombra", não está na edição on line da revista. Mas esse artigo, da Continente, pode ser lido no Interpoética, em http://www.interpoetica.com/rede29.htm

2) No site da revista Caros Amigos: o artigo "Valmir Jordão, poesia viva do Recife" está em http://carosamigos.terra.com.br/nova/ed136/geral_poeta.asp

3) No Cronópios, está em http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=3371

4) No Portal Literal, editado por Heloísa Buarque de Hollanda, Valmir Jordão está em http://portalliteral.terra.com.br/artigos/valmir-jordao-poesia-viva-do-recife

5) No site espanhol La Insignia, http://www.lainsignia.org/2007/junio/cul_005.htm

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