terça-feira, 10 de agosto de 2010

De repente fome...

De repente  tenho fome
Mas uma fome que não cessa
que não há pão
que a mate.


De repente  essa fome
não há banquete 
que a mate
ou me farte.


De repente essa fome 
não doe no estômago
nem comida
 enche os olhos.


De repente essa fome
doe na alma 
me leva a calma
e me faz aqui escrever.


Agora dessa forma  ainda com fome
mas já não  mais de repente 
porque quem escreve  tem a alma acesa
insaciável com fome vive...
E só transita nessa terra de ninguém...


Reflexo d'Alma entre sonhos e delírios

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